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Vallorus Consultoria
Para restaurantes, redes e dark kitchens

Fiscalização sanitária sem surpresa na sua cozinha.

Auditoria preventiva, Manual de Boas Práticas, POPs e treinamento da equipe para a sua operação cumprir a legislação, reduzir desperdício e proteger a reputação do negócio.

  • Base na legislação ANVISA e Vigilância Sanitária
  • Equipe multidisciplinar
  • Atuação no Rio de Janeiro

Riscos reais

O que está em jogo em uma inspeção sanitária

  • Autuação, multa e interdição

    A Lei 6.437/1977 prevê advertência, multa e interdição para infrações sanitárias. Uma interdição para a operação no pior momento.

  • Risco ao cliente

    Falhas de higiene, temperatura e contaminação cruzada estão na origem das doenças transmitidas por alimentos.

  • Responsabilidade do gestor

    O responsável pelo estabelecimento responde pelas condições de produção, e a documentação técnica é a primeira coisa que o fiscal pede.

  • Desperdício e retrabalho

    Processo sem padrão gera perda de insumo, sobra de produção e custo oculto que não aparece na planilha.

Solução

Como a Vallorus protege a sua operação

  • Auditoria preventiva

    Visita técnica na sua cozinha com checklist baseado na legislação e relatório de não conformidades priorizado por risco.

  • Manual de Boas Práticas e POPs

    Documentos feitos para a sua realidade, não modelos genéricos, com os procedimentos que a RDC 216/2004 exige do serviço de alimentação.

  • Treinamento de manipuladores

    Capacitação prática da equipe de cozinha e salão, com registro de participação e reciclagem periódica.

  • Padronização de processos

    Fluxo de recebimento, armazenamento, preparo e distribuição ajustado para reduzir perdas e variação de qualidade.

Como trabalhamos

Um método em seis etapas, com entrega clara em cada uma

Você sabe o que acontece, quando e o que recebe ao final de cada fase.

  1. 01

    Diagnóstico inicial

    Conversa técnica para entender a operação, o porte e a urgência.

  2. 02

    Auditoria no local

    Visita com checklist baseado na legislação aplicável ao seu segmento.

  3. 03

    Relatório de não conformidades

    Achados classificados por risco, com evidências e prioridades.

  4. 04

    Plano de ação e documentos

    Plano de correção e elaboração de Manual de Boas Práticas e POPs, quando necessário.

  5. 05

    Treinamento da equipe

    Capacitação prática para que o padrão seja mantido no dia a dia.

  6. 06

    Acompanhamento

    Reavaliação para confirmar a implantação e manter a conformidade.

Situações que atendemos

O que costumamos resolver em restaurantes e dark kitchens

Cenários típicos do segmento. Não são casos de clientes específicos.

  • Notificação por ausência de documentação

    Estabelecimento notificado por não apresentar Manual de Boas Práticas e POPs implantados e atualizados.

  • Abertura de nova unidade ou dark kitchen

    Projeto e processos revisados antes do licenciamento, para evitar retrabalho de layout e exigências de última hora.

  • Rede com padrão desigual entre unidades

    Auditorias comparativas que identificam onde cada unidade foge do padrão e o que corrigir primeiro.

Referencial normativo

Trabalho ancorado na legislação sanitária

Referências que orientam as nossas auditorias neste segmento. A aplicação ao seu caso depende do tipo de estabelecimento e da licença local.

  • RDC 216/2004 (ANVISA)

    Boas Práticas para serviços de alimentação.

  • Lei 6.437/1977

    Infrações sanitárias e penalidades.

  • RDC 727/2022 e RDC 429/2020

    Rotulagem de alimentos embalados e rotulagem nutricional, quando aplicável.

  • Normas da Vigilância Sanitária municipal

    Exigências locais de licenciamento e inspeção.

Perguntas frequentes

Dúvidas técnicas, respondidas

Todo restaurante precisa de Manual de Boas Práticas e POPs?

Sim. A RDC 216/2004 da ANVISA estabelece que os serviços de alimentação devem ter Manual de Boas Práticas e Procedimentos Operacionais Padronizados implantados, disponíveis e acessíveis à autoridade sanitária. O conteúdo deve refletir a realidade de cada estabelecimento.

O que a Vigilância Sanitária costuma avaliar em uma inspeção?

Em geral, estrutura e higiene das instalações, controle de temperatura, armazenamento, origem das matérias-primas, higiene e saúde dos manipuladores, controle de pragas, qualidade da água e a existência de documentação e registros. Os critérios exatos seguem a legislação aplicável ao seu tipo de estabelecimento.

Qual a diferença entre uma auditoria preventiva e uma inspeção oficial?

A auditoria preventiva é feita por nós, a seu pedido, antes da fiscalização. Ela aponta as não conformidades e o plano de correção sem consequências legais. A inspeção oficial é realizada pelo órgão sanitário e pode resultar em penalidades.

Dark kitchen também precisa seguir as mesmas regras?

Sim. Cozinha de produção para delivery é serviço de alimentação e está sujeita às mesmas exigências sanitárias, com atenção especial a embalagem, transporte e controle de tempo e temperatura até a entrega.

Com que frequência a equipe deve ser treinada?

A legislação exige que os manipuladores sejam capacitados de forma contínua e que haja registro disso. Na prática, recomendamos treinamento na admissão e reciclagens periódicas, definidas conforme o risco da operação e a rotatividade da equipe.

Vocês atendem só o Rio de Janeiro?

Nosso foco é a cidade do Rio de Janeiro e a Grande Rio. Fale com a equipe comercial para confirmar o atendimento na sua localidade.

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